No Dia da UE para as Vítimas da Crise Climática Mundial, chamou-se a atenção para a maior ameaça à saúde pública na Europa - o calor extremo.

O calor extremo é responsável por cerca de 95% da mortalidade associadas a fenómenos climáticos na Europa. Em Portugal, 2026 já registou seis ondas de calor, demonstrando que esta já não é uma ameaça do futuro, mas uma realidade que exige respostas imediatas. 

A adaptação às alterações climáticas deixou de ser uma opção: é uma necessidade para proteger vidas, reduzir desigualdades e tornar as nossas cidades mais resilientes 

Por isso, os embaixadores nacionais do Pacto Climático Europeu, juntamente com Organizações da Sociedade Civil, enviaram uma Carta Aberta ao Governo, municípios e entidades responsáveis, apelando à implementação imediata de medidas de adaptação já previstas nos instrumentos de planeamento climático, tais como:

  • Reforçar as áreas verdes e sombra nas cidades;
  • Disponibilização de uma rede de refúgios climáticos gratuitos e acessíveis;
  • Proteger as populações mais vulneráveis durante episódios de calor extremo, através da adaptação de escolas, lares e outros edifícios públicos.

Adaptar as nossas cidades ao calor extremo não é apenas uma medida de ação climática — é uma medida de saúde pública, de justiça social e de proteção das comunidades. 

Os planos já existem. Agora, é urgente acelerar a sua implementação!

Link carta aberta: https://lnkd.in/eaK4wusm

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