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terça 28 janeiro 2020

Halloween 2019

É uma festividade muito celebrada no Reino Unido e um dado cultural que faz parte do programa de Inglês.

Todos os nossos alunos do 1º Ciclo participaram, com criatividade, numa exposição fabulosa com vários objetos relativos ao Halloween: “scary brooms”, “skeletons”, “bats”, com a orientação das professoras e colaboração dos Encarregados de Educação que se empenharam num verdadeiro “team work”. “Awesome!!”

O nosso agradecimento aos nossos alunos, aos pais e a todos os que tornaram possível estas simples mas bonitas exposições.


Thank you!!


Teachers:

Mónica Teixeira
Vera Gonçalves
Patrícia Rosa

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QUINZE DE NOVEMBRO, DIA DO AGRUPAMENTO

Dia 15 de novembro é o DIA DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS JOÃO DA ROSA.

Esta data foi escolhida por, neste dia do ano de 1808, no Rio de Janeiro (Brasil), o príncipe regente, futuro D. João VI, ter elevado o lugar de Olhão à categoria de vila com o honroso título OLHÃO, VILA DA RESTAURAÇÃO.

É oportuno recordar que este agrupamento de escolas desde o seu nascimento valorizou a História local, pelo que tem para patrono JOÃO DA ROSA, o escrivão do Compromisso Marítimo de Olhão que deixou “Lembrança para ficar na memória (…)” o magnífico relato dos memoráveis acontecimentos dos dias 16 e 18 de junho de 1808.

Este ano, por indisponibilidade do Auditório Municipal, as celebrações terão lugar no próximo dia 27. Muitas são as atividades programadas para essa ocasião, sendo o “ponto alto” a cerimónia de entrega de prémios de mérito e de excelência aos alunos que, por diversas razões se distinguiram no ano letivo anterior.

PARTICIPAÇÃO DA JOÃO DA ROSA NO ENCONTRO DE ESCOLAS DEMOCRÁTICAS FREE TO SPEAK, SAFE TO LEARN

O projeto “Jornal Ria Azul: um projeto de redação na E.B. 2,3 João da Rosa”, da turma B do 8.º ano, vai ser apresentado pela professora Filipa Matos, na CONFERÊNCIA DO CONSELHO DA EUROPA DA REDE DE ESCOLAS DEMOCRÁTICAS, a realizar na cidade de Florença, nos próximos dias 14 e 15 de novembro.

O projeto do Jornal Ria Azul iniciou-se no ano letivo anterior, no âmbito do tema de flexibilidade curricular “Ecossistemas da Ria Formosa”, visando o desenvolvimento e a consolidação de uma cultura de cidadania na escola assente na participação num projeto inclusivo de índole transversal, como pode ser o da área da Literacia para os Media.

O Jornal Ria Azul pretende ser uma publicação anual de cariz ambiental, com continuidade de ciclo, assente no trabalho realizado pela turma B do 8.º ano. A primeira edição da publicação fez capa do cavalo-marinho, espécie protegida pelo Agrupamento desde que é Escola Azul.

O projeto foi escolhido para integrar a Rede de Escolas Democráticas do Conselho da Europa por permitir a articulação com a comunidade local e a mobilização de conhecimentos, competências e atitudes significativas, tanto na área dos Media, como na área do Ambiente.

O Jornal Ria Azul foi apresentado pelos alunos e professora no arranque deste ano letivo, no Encontro Nacional de Literacia para os Media e Jornalismo, no dia 16 de setembro, na Gulbenkian.

Na Conferência, a realizar em Florença, serão apresentados os trabalhos de 85 escolas da Europa, que integram o projeto “Free to Speak, Safe to Learn – Democratic Schools for All”, que exemplificam boas práticas de educação na defesa dos direitos humanos, da educação ambiental e intercultural e dos valores democráticos, demonstrando como as escolas conseguem passar da teoria à prática.

ATIVIDADES DO 1.º AC DA CAVALINHA

A turma do 1.º AC da escola da Cavalinha continua a desenvolver atividades no âmbito dos Domínios de Autonomia Curricular (DAC).

Desta feita, a articulação foi concretizada entre as áreas disciplinares de Português, Artes e Cidadania, mais a biblioteca escolar que, partindo da audição do poema A cidade do penteado da autoria de José Barata Moura, foi lançado, aos alunos e respetivas famílias, o desafio criativo de construírem casas com vistosas e farfalhudas cabeleiras de materiais diversos em vez de vulgares telhados.

Ainda no Domínio da Autonomia Curricular, em atividades colaborativas entre Português, Artes e Teatro, os alunos fizeram, na escola e em casa, fantoches de meias que futuramente servirão nas dramatizações de histórias criadas pelos próprios.

Viva o 1.º AC e os professores dinamizadores, Isabel Silva e Jorge Bragança, que têm estimulado a imaginação e o envolvimento dos encarregados de educação, aproximando ESCOLA-FAMÍLIA!

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A PROPÓSITO DE UM OCEANO DE PLÁSTICO

A sessão do filme Um Oceano de Plástico motivou entre os alunos discussão e reflexão sobre o grave problema da poluição.

A título de exemplo, reproduz-se com adaptações um texto de opinião da autoria da MARYAM NURIA WOHLEBEN KHELIFI, da turma E, 7.º ano, escrito na aula de Português de codocência, onde esta jovem mostra a sua preocupação pelo estado do mundo em que vivemos e, simultaneamente, faz algumas recomendações para que possamos continuar a viver no planeta azul.      

“Hoje em dia o nosso planeta está mais poluído do que nunca. Muitas espécies animais estão em vias de extinção e o aquecimento global ameaça a biosfera. Tudo isto é culpa do ser humano, que vive neste planeta há mais de 8 milhões de anos, mas nunca o lixo produzido por si, ao longo destes milénios, tinha atingido proporções tão grandes a ponto de pôr em perigo a sobrevivência da TERRA.

No fundo do Oceano Pacífico está depositada uma ilha de plástico que é duas vezes maior que a superfície do Texas nos Estados Unidos da América, mas que é praticamente desconhecida das pessoas, porque está debaixo de água. Ainda no Oceano Pacífico, desde os anos 80 do século passado, está a flutuar uma ilha de plástico com uma área superior à de Espanha. Isto prova que a poluição marinha não melhorou nestes últimos 40 anos, contribuindo para a matança de milhões de animais marinhos que fazem do plástico o seu alimento ou que nele ficam aprisionados.

Eu, pessoalmente, não vi o filme Um oceano de Plástico, mas sei bastante sobre o tema e tenho algumas ideias para reduzir o consumo de plástico na escola que gostaria de apresentar:

-em vez de se venderem garrafas de plástico que se deitam fora, dever-se-ia instalar um distribuidor de água. Cada aluno poderia trazer de casa a sua própria garrafa reutilizável e, pagando um valor de poucos cêntimos encheria a respetiva garrafa de água fresca.

-no refeitório, há ementa vegetariana pelo que os alunos deveriam ser incentivados a comê-la pelos menos uma ou duas vezes por semana, pois são muito poucos os que o fazem;

-nas aulas de TIC, em vez de usarmos o GOOGLE como motor de busca, deveríamos utilizar ECOSIA (www.ecosia.org) onde 15   pesquisas dão direito a plantar uma árvore, financiada com o dinheiro dos anúncios. A ECOSIA está envolvida em projetos de reflorestação em todo o mundo,  principalmente em África e na América do sul.

Em conclusão, acho que a responsabilidade é de todos nós de protegermos o nosso planeta e isso deve começar por pequenas ações no dia-a-dia, mas também devemos tentar encontrar novas ideias e novas soluções!”

Maryam Khelifi, n.º 14, 7º E

 

SESSÃO DE CINEMA "UM OCEANO DE PLÁSTICO"

No dia 23 de outubro (4.ª feira) decorreu, no Auditório Municipal, a apresentação do filme UM OCEANO DE PLÁSTICO para todas as turmas da Escola João da Rosa, iniciativa do projeto ESCOLA AZUL.

A temática abordada é, obviamente, o real e global problema do plástico nos oceanos. Segundo dados da Ocean Conservancy, todos os anos entram nos mares cerca de 8 milhões de toneladas de plático, ameaçando espécies marinhas e seres humanos. Estima-se, que em 2050, a quantidade de lixo presente no mundo marinho seja superior ao número de peixes.

Porém, se o filme é um verdadeiro e sério alerta para a triste realidade de plásticos nos oceanos, aponta também caminhos de solução que permitirão que o nosso planeta continue a ser o planeta azul.

Assim, cabe a cada um de nós com pequenos gestos, através de uma prática de cidadania consciente e responsável, zelarmos pela preservação do ambiente.

De recordar   que o projeto ESCOLA AZUL procura incutir a literacia dos oceanos, em especial a conservação da vida marinha, quer a nível global, quer local, trabalhando a vertente da poluição nos mares ao qual a Ria Formosa não é indiferente.

A mudança é possível através do amor, palavras ditas a finalizar o filme, façamos, pois, gestos de amor por amor ao nosso planeta.

 

STOP! VAMOS LER! – 20.ª EDIÇÃO

No dia 24 de outubro (5.ª feira) decorreu a 20.ª edição da atividade STOP! VAMOS LER!, uma iniciativa do Departamento de Línguas e que pretende propor a alunos, docentes e não docentes um momento comum de leitura em todo o agrupamento, visando o gosto pela leitura e a divulgação de textos, ideias, autores e figuras de destaque nacional e internacional.

Esta edição integrou-se na comemoração do Dia da ONU com a leitura da célebre carta escrita em 1854, pelo chefe índio Seattle ao presidente dos Estados Unidos da América, quando o seu povo estava ameaçado de ser expulso das terras onde vivia. O texto, apesar de ter sido escrito há mais de 150 anos, transmite as preocupações de um homem pelo seu mundo, constituindo uma reflexão atual e perturbadora sobre a atitude do homem face ao planeta.

Seattle escreveu “A terra é nossa mãe. Tudo quanto fere a Terra, fera os filhos da Terra”. Cuidemos, pois, do nosso planeta, porque “este [momento] é o fim da vida e o começo da luta pela sobrevivência”, palavras sábias e visionárias do velho chefe sioux.